Jornalismo e Literatura
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Nesta secção encontra:

O Jornalista e o Escritor:
Duas canetas, a mesma mão


A Reportagem e a Crónica:
Contar ao público uma boa 'estória'


Livros-reportagem:
Pai - jornalismo, mãe - literatura?


New Journalism:
Pequenas e grandes 'estórias' nas páginas dos jornais


A Ética e a Deontologia:
Colisão com o jornalismo literário?


O Jornalês e o Literário:
Breve análise ao texto e ao papel do leitor


O Jornalês e o Literário
Breve análise ao texto e ao papel do leitor

Jornalismo e literatura representam processos linguísticos, que funcionam através do emprego sistemático e criativo da palavra, do tom coloquial ao mais elaborado e artístico, partilhando igualmente - na maior parte dos casos - semelhanças ao nível da clareza, da sobriedade e da propriedade no uso verbal.

Alguns autores consideram que o discurso literário é, pelo imaginário e pela semântica, um acto criativo indiferente ao entendimento, ao passo que o discurso jornalístico subordina tudo ao receptor, vive para ele numa transparência imediata.

Uma ideia que vai ao encontro da teoria clássica da informação, segundo a qual o texto do repórter seria tanto mais bem conseguido quanto melhor mostrasse uma realidade sem transfigurações e encaminhasse os vários leitores para uma interpretação uniforme dos factos.

Quem vai encontrar neste capítulo:
Maria Augusta Babo, Maria Alzira Seixo, Daniel Ricardo, Salvato Trigo, Umberto Eco, Charles Pierce, Roland Barthes, Ferdinand de Saussure, H.G. Wells, Vladimir Propp, Walter Benjamin, entre outros.


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